"Um povo de cordeiros sempre terá um governo de lobos"

Caminhos a Seguir:

Fascismo Ou Liberdade?

Parte 2

Traduzido por Janglada - janglada@openlink.com.br

Colaboração Carlos Airton

   

Icke: Sim. E existe um ditado admirável enunciado por um indivíduo chamado Pastor Niemoller, que foi preso na Alemanha pelos Nazistas e jogado na cadeia, onde exclamou: 

“Primeiro, eles perseguiram os Comunistas, mas eu não era Comunista, então eu não falei nada. Então, eles perseguiram os Democratas Sociais, mas eu não era um Democrata Social, então, eu não falei nada. Aí vieram pelos Sindicalistas, mas eu não era um Sindicalista. Então, eles perseguiram os Judeus, mas eu não era um Judeu, aí, eu não falei nada. Mas, quando me aportaram, não restou ninguém de pé junto comigo.” 

E esse é o modo que eles atuam com a questão. Eles afrontam as pessoas. Eles põem as pessoas temerosas de expressar-se claramente, ou de expor sobre o que está acontecendo, porquanto isto eles não permitem. Eles justamente eliminam, uma por uma, das partes distintas da sociedade, uma por uma, enquanto o restante da sociedade senta e observa. E com isso, eventualmente, eles neutralizam os críticos, porque não existe ninguém em redor para falar claro para os espectadores, porque as pessoas diligentes já lidaram com a questão. 

Você não pode dar um melhor exemplo do que está acontecendo agora do que ocorreu na Alemanha Nazista. 

Para mim, o que mudaria o mundo, mais súbito do que qualquer outra coisa, e poria um fim nessa agenda mais rápido do que qualquer outra coisa, é muito simples: mudar de atitude, a qual vincula com o que você está aventando sobre os jornalistas. Isto é para fazer, toda vez, o que acreditamos estar certo, ao invés do que nós acreditamos estar certo para nós no momento. Isso mudaria tudo.

Tanta informação sobre o que está acontecendo, que as pessoas têm conhecimento, mas jamais exprimem, porque eles estão pensando nas conseqüências, para eles, de falarem o que sabem. Porque eles estão fazendo o que eles acreditam no momento ser certo para eles, mas não fazem o que é certo, e portanto, as informações não irrompem. 

Isto é o mesmo com os jornalistas. Existem alguns jornalistas que devem compreender que a “história oficial” é um conto de fadas, mas eles não estão aventando-a. Porquê? Pelo mesmo motivo. 

Eles estão proferindo “Sim, mas quais são as conseqüências para mim?” Em outras palavras, eles estão indagando “O que é certo para mim, no momento?” Portanto, a informação não irrompe o que está exposto. 

Você tem editores que sabem a respeito, que estão fazendo o mesmo juízo, e barrando outros jornalistas subalternos de discorrerem coisas. Por causa disso, em todos os níveis da sociedade, porque nós fazemos o julgamento do que é certo para mim, ao invés do que é certo, nessa teia inteira de manipulação que está alicerçada e consolidada, e isso pode existir por causa dessa atitude. Portanto, eles sabem que se podem mostrar as pessoas que existem conseqüências A, B & C para fazer o que é certo, a maioria das pessoas não farão. 

Contudo, a ironia é, se as pessoas justamente contemplassem a questão do Enredo Maximum de quem eles são e o que está acontecendo, eles compreenderiam que fazendo o que é certo para eles e suas famílias é o MESMO que fazer o que é certo! Quanto mais as pessoas não expuserem sobre o que sabem, e quanto mais jornalistas não dissertarem sobre o que desvendarem, mais o estado fascista evoluirá, e mais próximo nós estaremos do ponto onde a porta estará cerrada para as pessoas exprimirem o que sabem ou discorrerem o que descobriram. 

Nós temos uma janela temporal, agora, que finda a questão. E então, a porta cerrará. E a porta cerrará quando tivermos pessoas micro-chipadas. 

Nós temos estado falando sobre pessoas micro-chipadas, e tal agenda, por um longo período. E agora, ambos na Inglaterra e América, os testes já estão sendo realizados lá, testes de perfil sublime, e famílias sendo micro-chipadas. 

Portanto, nós estamos em um ponto, onde nós iremos ser micro-chipados de um modo ou de outro. 

E os indivíduos que sabem a respeito, não anunciarão, pois nós temos que compreender que se eles não falarem, então, a vida será muito pior no futuro para eles e suas famílias do que se aduzissem agora, e ajudaria a findar a questão. 

Martin: Huxley e Orwell estavam tão a frente do período deles, que isto é excêntrico. 

Icke: Eu acho que Orwell, que era muito envolvido na arena política na Inglaterra, e estava envolvido, se apropinquou das organizações como a Sociedade Fabiano, Pois, eu acho que George Orwell - seu nome real era Eric Blair, de forma interessante - estava dissertando não muita obra criada de fantasia, mas de um conhecimento fundamental da partida sendo jogada. 

Essa agenda, como você sabe, não tem estado desdobrando-se por alguns anos ou décadas. Isto tem estado desdobrando-se, realmente, por milhares de anos. E nós estamos justamente no ponto no ciclo onde eles podem criar o estado global, centralizado que eles têm estado agindo, por todos esses milhares de anos, para engendrar. 

Então, eu acho, definitivamente, que em 1948-49, quando o livro de George Orwell’s foi publicado, o plano progredia para esse período que temos vivido, através da década de 1990, e a virada do século, já estava lá. Os alicerces dessa agenda já estavam lá. Eles talvez bem que tenham tido acesso para a mesma, porque - e então era Huxley - o estado Fraterno que Orwell descreveu, como você disse, é incrivelmente exato, em termos do que está desdobrando-se atualmente. E, realmente, assim, também é a mensagem sendo usada para engendrá-lo. 

Martin: Novamente, no assunto do SPECTRUM que foi impresso [assunto de Setembro de 2002], que as pessoas já terão lido pelo período que essa história dá a conhecer, que existe uma obra efetuada por Al Martin que ele aborda sobre o Serviço de Segurança da Terra Natal, e de um memorando da CTAC, que é o Programa de Segurança Interno intitulado “Classificação de Avaliação de Ameaça Civil, “conduzido sob os auspícios do Serviço de Segurança Interno, uma parte da Segurança da Terra Natal.” 

Al então, continua a relatar como a CTAC está confiscando uma literatura controversa: “Um exemplo é o livro escrito por George Orwell em 1984; esse livro é agora considerado ‘aliciador’. Esta é a concepção do Serviço de Segurança da Terra Natal que essa obra discorrida por Orwell em 1984 incita desconfiança do governo, e portanto, constitui uma ameaça para segurança.” 

Icke: Naturalmente, a segurança do governo! 

Martin: isso mesmo. 

Icke: Não a segurança das pessoas. 

Martin: Conforme Al: “Os livros que são críticos acerca das medidas de segurança do Estado e livros críticos da política Bushoniana também estão na lista.” 

Isso não é ficção científica; isto é o que vivenciamos! 

Icke: Bem, o livro Alice no País das Maravilhas e o World Trade Center está definitivamente avançando para a lista! Eu ficarei muito surpreso se isto não ocorrer, porque isto não influencia qualquer palhaço sobre todo esse material. O Serviço de Segurança da Terra Natal, até mesmo sua alcunha, é lisura da Sociedade Orwelliana. 

E, logicamente, isto não é sobre a Segurança da Terra Natal; isto é sobre o controle da Terra Natal! De novo, com o simbolismo, quando você contempla a nomenclatura “segurança”, justamente substitua-a pelo termo “controle”, e você verá exatamente qual é o jogo. 

Todavia, como as pessoas que tem investigado-o sabem, que a rede de Segurança da Terra Natal está ligada com a FEMA, a qual é uma subsidiária de propriedade inteira do Illuminati instituída com o dinheiro da droga, e muitas destas outras organizações todas se instituem dentro dessa rede, e são planeadas para ter o controle militar da América. 

E o que aconteceu, logicamente, desde o dia 11 de Setembro, é que agora nós temos os militares controlando os aeroportos. Aliás, eu proferi em Boston, no início desse ano, pois me concederam permissão para efetuar alguma pesquisa no aeroporto de Boston. Eu conversei com algumas pessoas no aeroporto que ficaram absolutamente repugnadas pelo fato que - antes de mais nada, você podia contemplar isto quando eu cheguei lá. Os militares estavam por toda parte. 

Mas os militares, conforme tais pessoas me disseram, estavam movimentando-se pelo aeroporto como uma operação militar, e aludiam para eles, não importa qual apelido de tarefa tivessem, para o que eles deveriam efetuar. 

E as pessoas efetuavam tarefas distintas. Como esse rapaz, que trabalhava no escritório, que tinha que cuidar das filas para recepção dos passageiros. Ele estava realmente chocado pelo modo que o aeroporto estava agora sendo administrado, e os sujeitos com uniformes. E o que isso incita, é deixar as pessoas acostumadas com os sujeitos uniformizados em redor, em lugares públicos. 

Martin: Claro. Isto abala a pessoa. 

Icke: Sim, exatamente. E com isso, o que eles almejam fazer com esse Serviço de Segurança da Terra Natal, conduzindo-o nesse rumo o tempo todo, é realmente, executarem uma operação militar controlada. E isso é o que eles estão conduzindo nesse rumo, e você pode perceber esse processo operacional no ponto de partida sendo usado. Eles querem que a segurança inteira da América, o controle da América, em outras palavras, seja realmente liderado pelos militares. E no livro é que eu tenho mostrado essa questão, e indicado como isso está sendo realizado, e os modos que isso está sendo efetuado, que eles realmente anseiam o controle militar da América. 

E, você sabe, eu não sou um Cristão. Eu não estou interado com Cristianismo ou religião de forma alguma. Eu tenho objeções sobre alguns aspectos do que tem se tornado conhecido como o Movimento Patriótico Cristão. 

Mas, eu lhe direi isso: O que eles vêm tentando explicar para o público todos esses anos, acerca da situação que estava desdobrando-se, é absolutamente conciso. E esse é um motivo pelo qual eles tiveram muitos ataques coordenados, e em suas motivações - porque o que eles têm estado explanando a respeito está desdobrando-se agora. 

Isso é porque o centro das atenções estava voltado para eles pela explosão na Cidade de Oklahoma. Isto tentou desacreditá-los, na opinião pública, porque eles estavam, basicamente, falando a verdade sobre a agenda para ter o controle militar dos Estados Unidos. 

Existem dois tipos de controle. Um é o controle que você pode ver, tocar, e provar. E o outro é aquele que você não pode perceber, tocar, ou cheirar, ou provar. O que nós estamos presenciando nesse momento é “o oculto tornando-se manifesto” no sentido que o controle que está ocorrendo por detrás dos bastidores está agora pondo-se em movimento diante de nós, com tropas nos aeroportos, nas ruas e coisas assim. 

Quais são as tropas? Quais são os militares? Os militares são uniformizados, e são mentalmente controlados. O treinamento inteiro para o militar é controle da mente. A base inteira do treinamento militar é remover do indivíduo, não somente o direito, mas até mesmo o desejo, para defender-se sozinho. Isso é o que isto constitui a respeito. Isto é sobre induzir as pessoas, nas ordens de alguém, começar atirar nas pessoas que eles nunca encontraram, sabe, de forma insciente, e que não tem idéia porque eles realmente estavam atirando neles, mas alguém os disse, então eles efetuarão. 

Logo, essa é a mentalidade nos uniformes que estão sendo usados para tomar controle da América. 

Quando você lê citações de pessoas que estiveram envolvidas com os militares, que debandaram-nos, tomaram o fôlego, e contemplaram-nos novamente, eles lhe dirão como pararam de pensar, já que eram militares. E, começaram a refletir novamente até retirarem-se. 

Logo, você tem, basicamente, um Exército de consciências controladas no processo de tomar controle da América. 

Martin: Você está na Europa, e você viaja por todo o mundo. A maioria das pessoas aqui nesse país, tem, particularmente, uma visão estreita do mundo, porque eles contemplam os Estados Unidos como o centro do mundo. E você toma uma visão muito mais global. O que você diria sobre a opinião da Europa sobre os Estados Unidos nesse momento, digo sobre a Administração do Bush, e acerca dos Estados Unidos e seus cidadãos? 

Icke: Bem, vedes, para mim, antes de tudo - Eu exponho isso no livro novo - que existem dois níveis da psique Americana. Existe a individual. Contudo, eu sou casado com uma Americana. Eu adoro os Americanos. Eu amo a América. Mas eu realmente tenho grande afeição pelos Americanos e pela América. 

Observe que eu não disse os Estados Unidos, o qual é uma corporação privada. Eu disse América - as pessoas e o país. 

Mas, existe um nível da psique Americana, um nível coletivo, que é - isto é como a mente nacional, a consciência da nação - que, de minha observância é, como eu disse no livro, para sempre John Wayne. E isto parece o mundo como bom e mau, bom e perverso, em preto e branco, como sendo o lar da liberdade.

Esse nível da psique coletiva do Americano, o nível de John Wayne, é um sonho de manipulador. 

Reagan conseguiu dois mandatos como presidente - bem, realmente, ele foi o presidente oficial, enquanto o Sr. Bush foi o presidente real - simplesmente lendo a dica em um filme-B, estilo de ator, e apelando para tal nível de John Wayne, o nível do “Sonho do Americano” se você preferir, a cavalaria juntando-se nas montanhas da psique coletiva. 

O que tem acontecido desde o dia 11 de Setembro, desde o momento que isto ocorreu, é que esse nível da psique nacional - isto não se aplica para todo Americano, pois eu estou justamente falando coletivamente aqui - foi absolutamente bombardeado com emocionalismo, para reagir do modo desejado. 

Então, novamente, nós temos o simbolismo reverso. Eles conseguiram equacionar, nesse nível de pensamento de John Wayne, a idéia de patriotismo sem questionar o governo. O Patriotismo não a respeito de apoiar seu governo. O Patriotismo é acerca de apoiar seu país e seus cidadãos. Os governos e os países não são necessariamente, realmente, a mesma coisa! 

Agora para responder sua interrogação sobre o modo que as pessoas contemplam a América da Europa - eu não estou falando sobre os Blairs desse mundo, eu estou falando sobre a população geral, e não justamente na Europa, mas ao redor do mundo - e isto é, antes de mais nada, que o Presidente é um idiota. Ele segue as ordens sem falar. Dificilmente existe alguém supondo que ele é tudo, mas o insano do povoado. 

E segundo, eu acho errado, entre aqueles que não estiveram na América, e não viajaram para lá, igualar os  Americanos á esse nível de psique do Americano desse John Wayne - e basicamente, eles ajuízam desse modo. Eles acham isto ridículo, porque o mundo não é preto e branco, isto não é bom e mau; isto é realmente sombra cinzenta. 

Se você não percebe as sombras do cinza, e você percebe o mundo com situações preto no branco e polarizado, então você está em um sonho do manipulador.

Portanto, para mim, uma das coisas que daria outra direção a América de precipitar-se rumo a um estado militar, para ser o que as pessoas realmente anseiam - o qual é a liberdade, isto é justamente que eles são manipulados em tornarem-se equivalentes a um estado militar com liberdade e segurança - é para desligarem-se dessa psique coletiva que contempla o mundo em preto e branco, bom e mau, e  “nós somos o lar da liberdade, e nós estamos trazendo liberdade para o mundo”, para desconectarem-se dessa psique coletiva de equiparar a América, e sendo patriótico acerca desse país, sem questionar o governo. Porque, até que a ligação seja rompida, e os Americanos individualmente começarem a ajuizarem, e chegarem à suas próprias conclusões, então basicamente, a psique coletiva da América será como um coelho surpreendido no farol dianteiro de um automóvel avizinhando-se, e o veículo avizinhando-se é alcunhado de um estado militar. 

Então, isto é como tudo. Se os Americanos vierem para Inglaterra, verão coisas que os Britânicos não contemplam. Porque quando você está na Inglaterra, você não contempla coisas que outras pessoas, que vêem de fora, percebem. 

A partir do exterior, George Bush e Ronald Reagan não teriam tido preferência na Inglaterra. Tony Blair, embora seja completamente de propriedade subsidiária do Illuminati, tem que ser muito mais comedido, porque ele não pode proferir as coisas que os Americanos assimilam do Presidente deles, porque os Britânicos justamente caçoariam disto. E isso não é dizer que os Britânicos são mais cônscios sobre a conspiração do que os Americanos, porque isso não é verdade, mas eles são mais sarcásticos e questionadores do governo.

 

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